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Há que se cuidar para aceitarmos novas ferramentas que se proponham a criar rotinas administrativas para solucionar “incidentes” oriundos dessa relação, pois se forem geradas em plataformas que permitam a iniciativa participativa de todos os atores (paciente iniciando queixas ou técnicos expondo o sigilo profissional de que esta prestação de serviços se reveste, por exemplo, sempre haverá o risco de ocorrer o avesso do objetivo que se busca, em outras palavras, não se pode permitir que tais aplicativos ou plataformas sirvam para fomentar a geração de conflitos e controvérsias, em função da complexidade e da importância dos serviços que englobam essas relações.

Inibir um processo judicial é muito mais do que criar um formulário de queixas. Sempre há que se entender e mensurar o nível de desinformação, descontentamento ou mesmo do prejuízo sofrido ou que imagina ter sofrido o paciente ou seu familiar.

O pleno conhecimento técnico do nível de responsabilização jurídica no Brasil, em sítio de responsabilidades civil e penal dos agentes do segmento saúde, é de suma preponderância para estabelecer a estratégia para solução de um incidente específico e, muitas vezes, já materializado. A percepção do melhor caminho para a resolução do conflito passará, de forma indelével, pela viabilidade econômico-financeira do prestador do serviço, se for o caso, ou pelo cumprimento de alguma obrigação.

O profissional intermediário necessita preencher esses requisitos para manter o equilíbrio e dar o maior índice de realidade ao incidente, visando minorá-lo ou eliminá-lo com o menor custo para todos os atores, pois o que se busca, como meta final, é a mantença da boa qualidade da relação.

Nós, da A.COUTO & SOUZA ADVOGADOS, estamos habilitados a oferecer ao mercado o sistema MED&AÇÃO, cumprindo os requisitos que os 21 anos na defesa exclusiva de médicos e instituições de saúde nos credenciaram com ética e competência.

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