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Nesse contexto estão as ações direcionadas contra as entidades públicas, em grande escala para obtenção de medicamentos, bem como obtenção de vagas para internação. Em relação às empresas privadas, a uma avalanche de ações em razão de negativa de coberturas para tratamentos cirúrgicos e liberação de determinados produtos, como próteses e órteses, dentre outras questões.
O fato é que, sabidamente, há uma deficiência na área pública, sucateada há muitos anos. Quanto à saúde suplementar, são inúmeros os problemas e, por vezes, contas que não fecham e uma gestão por parte das operadoras de saúde que não valorizam, por vezes, nem o cidadão, nem os profissionais e instituições de saúde.
Não se pode deixar de escrever sobre o bojo de ações judiciais propostas contra médicos e instituições clínicas e ou hospitalares, muitas vezes colocando junto à operadora de saúde, sob a alegação de erro médico. Esse aspecto, igualmente importante e preocupante, encontra-se inserido nesse arcabouço.
Nessa esteira, uma vez mais colocamos em relevo a importância da Mediação que, em muitos casos, poderá ser um instrumento de suma importância para contribuir com a diminuição das ações judiciais em várias frentes e, na seara da responsabilidade médica/hospitalar, possibilitar uma resolução de conflito de forma harmônica e equânime, preservando a dignidade e a imagem de pacientes e profissionais médicos.
A Banca A.Couto & Souza Advogados, há mais de 20 anos atuando exclusivamente na defesa de médicos e instituições de saúde, não tem dúvida que o combate judicial, muitas vezes, é preciso, mas não é o único caminho, sendo certo que a Mediação é instrumento legítimo e que tem o condão de evitar demandas judiciais longas e desgastantes, impedindo que os agentes envolvidos, figurem como autor e, principalmente, RÉU.
Por isso lançamos o produto MED&AÇÂO através do qual atuaremos, preventivamente, diante de um conflito surgido entre o médico e seu paciente, buscando evitar a lide judicial sempre que possível.

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